PROFESSOR WALMIR BAHIA - ENGLISH 1


TEC-EDUCAÇÃO É POSSÍVEL CONCEBER E COMO?

4.TEC-EDUCAÇÃO É POSSÍVEL CONCEBER E COMO?

CONVERSANDO COM PROFESSORES.

Não sei se minha idéia é pertinente, isto é se tem lastro, se é viável ou possível. Conversando com professor Anselmo, do colégio FCM, chegamos a conclusão que já é possível criar um mundo de virtualidade na escola. Um exemplo são jornadas pedagógicas, cursos, seminários, reuniões pedagógicas que poderiam ser feitas virtualmente. Maximizaria o tempo de discussão, debate, idéias e assemelhados. O tempo que o professor leva de sua residência até a escola para, por exemplo, participar: de uma reunião deliberativa, de uma propositiva, ou elaboração de planejamento seria feita no mundo virtual.

Utópico? Alguns céticos e, principalmente, diretores com visão de administração do cerceamento do novo certamente dirão improdutivo. Para esses que pensam negativamente entrem no site do homem mais rico do mundo, e veja como são tratados e como trabalham seus colaboradores. Verão que aquela concepção tupiniquim de que o docente só se torna docente, somente se estiver em uma sala cujo ambiente não requer comentários aqui, para não prolongar a reflexão.

Concordo que haverá docentes que procurarão burlar e, inclusive, até boicotar uma proposta de tal magnitude; ou ainda, criar mecanismo para fazer de contas. Entretanto, o educador e seus pares devem sepultar a premissa de que o professor não quer nada, não quer dar aula, não quer planejar. Se for olhar do ponto de vista estatístico, científico, ver-se-á que é incabível afirmações de tal natureza. Um professor que tangiu os bancos acadêmicos, seja presencial, a distância ou virtualmente, que afirmar tamanho impropério precisa urgentemente retornar ao banco das ciências e rever sua ou suas posturas, pois essa fala carece de conhecimento científico.

Retomando o fio da meada, exorcizando as idéias em contrário, a escola baiana não pode e nem deve ficar ao largo das novas tecnologias, seja qual for o argumento para melhorar as aulas, facilitar a aprendizagem, trazer gozo ao ato de ensinar e aprender. Devem os professores interagir não apenas com a rede, mas com toda novidade tecnológica disponível que venha auxiliar, completar, substituir, agregar tools no fazer pedagógico. Não para dogmatizar segundo parâmetros de uma matriz geradora como muito bem falou a professora Bonilla, mas antes de tudo elencar saberes contemporâneos ou não. Permitir a transgressão da pesquisa de tal modo que seja um aprendizado e, ao mesmo tempo, uma lúdica busca de novos caminhos. Caminhos que ensejam novas descobertas a fim de incluir a Bahia, e por tabela, o Brasil na rende mundial de desenvolvimento.

Exemplificando Índia, África do Sul e outros paises que não lembro estão as voltas com um mega projeto, one leptop per child, um leptop por criança ao fim de um determinado período com acesso a Internet wireless a fim de permitir a mundialização, comumente chamada de globalização, das populações desses paises. Em alguns lugares da África do Sul, esse leptop utiliza energia manual, onde a criança ou adolescente gira uma manivela e, assim, obtem a energia necessária para fazê-lo funcionar. Incluir essa observação, pois domingo fiz, coincidentemente, esse comentário com Walterlin, que é meu irmão e professor de história, e uma coisa que ele disse que considerei digno de nota: quando os governantes de um povo querem e têm vontade política tudo se consegue, e continua ele dizendo Índia, Coréia e áfrica do Sul estão caminhando para o desenvolvimento porque possui uma elite que vê além, já a brasileira.... Isto implica em pensar a quem interessa o Brasil não avançar. As tecnologias, provavelmente, sejam o caminho ou um dos víeis para acordar um país que teima em estar olhando de longe os grandes avanços e nós, professores, não podemos embarcar num barco furado, vazando pré-conceitos e politicalhas por todos os lados; e ficarmos colocando pedras e pedregulhos naquilo que seja inovador.

Ora, essa mesma virtualidade, posso está errado, pode ser loucura, seria interessante ser usada no acompanhamento e orientação do aluno usuário. Creio que  seria mais fácil ele ou ela se abrir, contar seu drama, expor seu problema e, os educadores sentiriam mais a vontade para debater e/ou ouvir. Ainda na impossibilidade da tecnologia usar a velha carta ou velho bilhete; que não é tão velho apenas se transformou em eletrônico. Pensem, será que é viável?

Obrigado pela atenção 

 professor Walmir Santana


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Escrito por walmirba às 08h57
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DROGAS UM PROBLEMA SEM SOLUÇÃO?

3. DROGAS UM PROBLEMA SEM SOLUÇÃO?

CONVERSANDO COM PROFESSORES.

No tocante às questões relacionadas ao uso de drogas, que fatores você
apontaria como necessários para melhor preparar o educador?

Inicialmente, o professor precisa ser convidado a entender a problemática de um ângulo, em que a abordagem seja no sentido dele ser um parceiro, para conhecendo o problema e formar um contexto sobre o quadro. Isto é ter uma visão global da causas que levam jovens, adolescentes e adultos a fazerem o uso das drogas: sejam lícitas ou ilícitas. O educador precisa ter uma visão clara para saber a diferença entre elas, as conseqüências de seu uso no organismo humano, poder perceber quando um educando esteja sob efeito e como lidar com a situação. O professor precisa ter claro que ele não vai poder fazer como um médico propor um tratamento, ele vai identificar e procurar os meios ao seu dispor para com ações pedagógicas fazer um chamamento para o problema, envolvendo todos os atores do cenário.

Deve-se lembrar e repetidamente o fiz nos fóruns chamando à atenção, que o professor ou professora faz parte da sociedade.  Vive em comunidade e está sob seu manto seja protetor ou agressor, e necessita ter inteligência e preparo para lidar com um fenômeno que vem preocupando a sociedade como um todo. Um exemplo é esse curso promovido pelo Governo Federal, entendendo eu que seja um convite para parcerias a fim de “resiliar” a classe estudantil, quando ao uso de drogas de toda espécie.

Por isso que cursos abordando tal temática precisam acontecer, ter continuidade, a fim de instrumentalizar o educador em como tratar, o aluno usuários, em sala. Em sendo assim, os Governos nas três esferas precisam tratar o professor como protagonista, como parceiro, e não como mero carimbador de aprovador de metas elaboradas por pessoas que fazem visitas nas escolas. Por isso que   os professores urgem por ter um tratamento mais respeitoso das autoridades do poder, por conseguinte da sociedade, visto que pelas salas de aula passam a juventude nacional. Em sendo assim a educação, do mesmo modo que cursos de atualização e outros, devem ser encarados como investimento e não, como fazem os "técnicos de governos" como despesas. Um pais que quer realmente cuidar de sua juventude, obrigatoriamente e sinceramente, tem que olhar a educação e o educador como investimento na melhoria do índice humano, não a curto prazo, porém a longo prazo. Estabelecendo como prioridade a educação de sua juventude, e vendo o educador não ser como um pároco, mas como um formador. O professor é uma pessoa, que contribui positivamente para o crescimento social.

Falas alardeadas por todo canto apontando o professor como sendo responsável pelo fracasso e o governo pelo sucesso  é uma das maneiras de fragilizar, esvaziar o bom conceito do educador perante a sociedade, lhe retirando o merecido respeito social. O qual é importante na construção de vínculos de referência, principalmente naquelas famílias abandonadas pelo modelo econômico vigente, que é um passo importante para em contato com o aluno usuário, em sala, o educador ser visto como um aliado no intento de deixar de ser usuário de drogas ou assemelhado.

Se o Brasil quer uma cadeira na ONU, quer liderar a América Latina e ser o gigante que vai nutrir o mundo com alimentos e ser a matriz energética mundial vai precisar investir muito em tecnologia, a fim de não ser mero exportador de matéria prima, mas, acima de tudo ser o provedor ou exportador de tecnologias voltadas par o bio-combustível.

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Escrito por walmirba às 11h32
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