PROFESSOR WALMIR BAHIA - ENGLISH 1

CONVERSANDO COM PROFESSOR



CONVERSANDO COM PROFESSORES: "adolescência".

"Conhecendo o Adolescente" Falar da adolescência é como uma viagem ao túnel do tempo, audaciosamente, indo onde nenhum adulto jamais pensou, antes, em estar, e se o fez foi para dizer jamais fiz isto quando tinha a sua idade. Bem se é que este alguém realmente remontou a época da outrora adolescência. A discussão proposta é se ha. percepção das diferenças entre o período da adolescência dos hoje adultos (seja na função de pai, mãe, professor, professora) e a adolescência contemporânea e os pros e contras a cada um. Diferenças evidentemente ha, isto bastando ater-se ao contexto histórico de um e de outro.

Na época dos hoje adultos, décadas de 50, 60, 70 e, em alguns casos 80; vivia em pleno auge da ditadura militar. Brasil: “ame-o ou deixe-o”, este é uns pais que vai pra frente, milagre brasileiro, abaixo a censura, diretas já, liberdade de expressão, ARENA x MDB. Tudo isso e muito mais povoavam o universo adolescente de outrora. Músicas de protestos, letras com mensagens levando um clamor por liberdades, por direitos, contra a tortura e pensamento soberano. E mesmo que o jovem não confiasse em quem tem mais de trinta cruzeiros, nem em trinta anos; ele estava imerso nesse caldeirão que fervilhava nas escolas, nas praças, becos, ruelas e lugarejos.

Mesmo que o adolescente "não tivesse nem ai", de uma forma ou de outra ele acabava participando para quebrar ou não paradigmas. Obviamente, compreendendo, lutando, participando ou apenas questionando o modelo daquela época. É sem duvida alguma algo positivo e importante para mudanças na sociedade. Ou, ao menos, o começo para uma reflexão desapaixonada ou quem sabe intempestiva, irresponsável, porém com uma tomada de posição. Entretanto, é bom alertar que aqui está se reportando aos adolescentes da chamada classe media, jovens que iam ao cinema, lanchonetes, clubes, freqüentavam a escola (cursos técnicos de olho num estagio, nos bons e excelentes do Pólo Petroquímico de Camaçari), "tomavam" aulas de inglês. Coisas que os outros adolescentes viam de traz dos muros, no momento que passavam com uma bandeja vendendo guloseima para complementar a renda familiar.

A segunda categoria de adolescentes de outrora sequer conseguia acesso à escola, ora pela necessidade de ter que trabalhar, ora pela condição de vida precária que delimitava até aonde ir aos estudos. Estes aqui não tinham tempo, e muitas vezes, nem acesso aos reclames da sociedade. Pelo contrario clamava por socorro e assistência, longe dos debates democráticos que não matava a fome do dia. Eram, sim, imprensados entre os pro - ditadura ou os pro - abertura; assim como usados para compor o cenário dos temas nacionais e tal qual a revolução, guardando as proporções e diferenças, descartados logo então.

Os adolescentes de agora podem, do mesmo modo, ser divididos em nobres (senhorzinho, mauricinho, patricinha) e plebeus (pivete, moleque). Isto, porque os primeiros freqüentam as escolas "in", isto é: do modo e melhores, a dos meninos e meninas ricas, os melhores celulares, possuem computadores com banda larga, vão para escola, a shoppings, cinemas de carro, tem TV por assinatura, seja a cabo ou por satélite. Ou seja, o mundo do entretenimento ao click do mouse. Já na outra ponta, função de trabalhar para sustentar e/ou complementar o sustento familiar, é uma realidade que incomoda e atrapalha o desempenho acadêmico. Estes são aqueles que estão nas sinaleiras vendendo ou pedindo, os mesmos que são o meio de lucro de certas ONGs de ocasião; montadas as pressas para lucrar com a fome e a miséria de muita criança e adolescente. As quais servem unicamente para compor fotos em projetos televisivos e eleitoreiros de plantão, claro que aqui não estão incluídas aquelas de tradição, cujo trabalho tem reconhecimento mundial.

Assim, é passável dizer, do todo exposto, que a perspectivas dos antigos adolescentes estava associado ao momento histórico onde estavam inseridos; ao mesmo tempo em que outra parcela “teen” vivenciava com precocidade a vida adulta. Fato que se repete hoje, infelizmente adicione-se ai o fato do crime organizado que utiliza ao seu bel prazer mocas e rapazes em toda espécie de atividades ilícitas. Jovens que são apadrinhados, protegidos ou adotados pelo crime a fim de compor se exército. Pois suas famílias são abandonadas pelos governantes não lhes oferecendo ou permitindo acesso a: educação, saúde, moradia, saneamento, segurança, emprego, previdência. Isto é: cidadania.

Os nobres não possuem, ou melhor, não lutam por democracia. A briga agora é levar para casa a modernidade e sair em busca do prazer, aliado ao medo da violência; já que precisam ser escoltado por parente a quase todos os lugares. Em sendo assim, para não estender mais, os adolescentes oriundos das famílias de melhor poder aquisitivo vão de acordo com o contexto de vida tender para questões consoantes a sua realidade e época. Na outra mão vão estar os filhos dos desassistidos lutando pelo que ha. De concreto, buscando o sustento e não podendo pensar muito, porque estomago vazio é como vaso vadio cai quando o vento bate, Entretanto nada do que foi dito elimina as potencialidades dos adolescentes. Pelo contrário conduz a percepção de que ele e/ou ele se saem muitíssimo bem quando desafiados pela vida, e ate pela escola. Basta delegar ou crê na capacidade criativa e participativa.

 

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Escrito por PROFESSOR WALMIR SANTANA às 12h31
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GREVE DOS PROFESSORES

 

GREVE DA REDE ESTADUAL DE ENSINO.

O governador Wagner usando do "não dialogo com grevista"

 está punindo a juventude baiana.

Está sepultando suas origens e abraçando o capital,

o qual serve aos grandes grupos de opressão e causando todos

os males de nossa sociedade. Ao pensar como o capital,

 o governo, está unicamente

auxiliando na construção de uma sociedade desigual.

Uma sociedde que não permite o filho do trabalhador a pensar numa vida melhor.

 A atitude de soberania causa, não apenas espanto, mas acima de tudo

uma doença incurável: a descrença.

Descrença que coloca em jogo o pensamento democrático do debte,

 que leva as pessoas de bem na não crer em nehuma hipótese de mudança,

 pela via do voto.

O voto como arma de mudança democrática vai se diluindo em nuvens escuras,

 de modo que abre espaço para os adoradores das desordem

perpretarem o infortúnio e o tumulto social.

Como líder, assim se pensou a grande maioria de

eleitores que o levou a vitória no primeiro turno,

deveria ter atitude de Gand,

desejo de Jesus e vontade Gobartchov.

 Seres humano e um divino que derão o seu melhor em proveito da vida.

 Que com orgulho e sinceridade contribuiram para melhorar o índice de humanidade.

 Governador Wagner muitos se dizem líderes, governantes e até deuses;

porém poucos se tornam contribuintes para mudar a história.

 Pouquíssimo tem a coragem de olhar com o olhar da autoridade e não da arrogância.

Se desejamos um Brasil melhor é urgente

investir nos filhos dos trabalhadores,

porque os filhos dos ricos já possuem

 todo o apóio necessário e supra-necessário.

Investir nos mais humildes é produzir esperança,

reduzir a marginalidade, a criminalidade. É levar jovens a sair das sinaleiras,

 das valas das drogas, da prostituiçaõ para se alimentar.

Será que o miserável é porque gosta de sê-lo, ou é fruto de uma nação

 e de um estado que vê saúde e educação como gastos.

Qunado deveria vê-los como investimentos no homem e na mulher,

 na criança e no idoso, ou seja na população.

 Isentar grandes grupos de imposto o estado faz.

Dar educação, segurnaça, moradia e saúde o estado não tem recursos.

Financiar festas e cia o poder público pode.

Financiar e investir em educação, segurança, saúde, previdência;

 o discurso se repete seja qual for o governo: "não a recurso disponível"  

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Escrito por PROFESSOR WALMIR SANTANA às 16h30
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VIOLÊNCIA

TV E VIOLÊNCIA NA ESCOLA.

Estava eu na casa de minha irmã, tendo ao lado meu sobrinho,

Isaac de dez anos conversando coincidentemente a cerca da educação pública

 e problemas no dia-a-dia de uma escola. Ele como é normal dos pré-adolescentes

 dessa idade estava atento ao papo. A televisão estava, também, fazendo companhia;

sendo que a diferença é que ela, claro a tv, não nos dava a menor atenção,

com a prepotência de unicamente impor, sem o retorno devido.

 

Ao acabar um comercial, adentrou abruptamente uma novela,

creio que das 18h, acredito, com uma

 cena em que um aluno agrediu uma garota.

Esta começou a chorar, nenhum aluno foi ao seu socorro,

 se não me falha a memória,

apenas a diretora foi enfrentar o determinado aluno,

o qual partiu para diretora de maneira ameaçadora,

ditando que era ele quem efetivamente mandava na área

e que a diretora estaria, assim dizer “tirando onda”.

Ou seja, como que ela devesse ficar na dela, pois ele seria a autoridade,

 ou seja, o “top cat”, o manda-chuva, o dono da área. Meu sobrinho atônito,

sabendo que sou professor, logo perguntou: “Meu tio na escola é assim?

Quem manda  são os bagunceiros? A escola é toda pichada assim?”

Tratei de tranqüilizá-lo consoante ao fatos, explicando para ele que se tratava de uma obra

de ficção, ou seja uma novela, e que em parte  acontecia; porém isso em grandes conglomerados urbanos,

é fato que não usei um vernáculo pomposo.

Mas voltando ao que dizia fiz fê-lo que só em grandes cidades,

contudo que ele descartasse o fato. De pronto, minha irmã, tratou de usar o poder do controle remoto e

trocou de canal. Ligou o computador e colocou-o em jogos educativos.

Do exposto, fica uma reflexão de que prá que a Tv Globo

 produz uma novela com tamanha violência,

 sabendo que o público teen está antenado na tv, principalmente,

que a população em massa assisti as novelas, ainda mais em um horário inadequado.

Os dirigentes e idealizadores globais não pensaram na responsabilidade

 que têm perante a juventude nacional, certamente os interesses são outros.

Concordo que é uma obra de ficção, já disse acima, entretanto a questão é

 porque não se faz uma obra de ficção, tal qual a Globo apregoa, “amigo da escola”.

 Indubitavelmente, a emissora contribuiria se fizesse uma novela de caráter educativo,

 buscando resgatar o aluno da escola pública.

E não venham dizer que é difícil, pois os americanos quando quiseram minimizar

o racismo usou a tv como meio para isso como, séries ou filmes,

 “Ao Mestre com Carinho, Minha Família é uma bagunça” e outros.

No último citado são dois meninos negros que são adotados por um viúvo milionário

e que tem uma filha, loura estilo no Hollywood.

É possível quando existe vontade política para isso.

Portanto, é necessário e importante que todos: aqueles direta ou indiretamente,

ligado ao processo educativo, ou não, pai, tio, mãe, irmão, seja quem for pensar

 se esse tipo de novela contribui positivamente para a formação do jovem.

Pior, ainda, é que nas nossas novelas o malvado só perde no último capítulo e;

 até lá nossos jovens já assistiram a todo tipo de malvadeza perpetrado pelo vilão,

ai o mal já está instalado, ou seja, o vírus da negatividade baixou no celebro dos jovens.

Certamente que seria loucura afirmar que o que digo não é tudo verdade,

há uma dose de hipérbole, a fim de levar você a refletir. Inicie discordando do meu pensamento,

ao menos vamos pensar na tv.

A propósito, sugiro que você assista ao programa na TVE-Bahia (não sei o horário),

 ou na TV Câmara, todo sábado de 9h às 10h; ou

 TV Nacional de Brasília, as sextas a noite a partir das 18h.

 

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REFLEXÃO

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Escrito por PROFESSOR WALMIR SANTANA às 16h25
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